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	<title>JulioGreff.net &#187; carreira</title>
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	<description>A mesma web, um novo estilo de desenvolvimento</description>
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		<title>7 coisas que todo desenvolvedor web deveria saber</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 17:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Greff</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desenvolvimento Web é coisa séria, e evoluiu muito em termos de maturidade e complexidade. Para fazer frente ao crescente níveis de exigência, nós, desenvolvedores, devemos estar aprendendo a todo instante. Não importa qual campo você deseja seguir, seja ele no lado cliente ou servidor. Mas acredito que existam coisas que todo desenvolvedor web de verdade [...]

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<li><a href='http://juliogreff.net/responsexml/' rel='bookmark' title='Permanent Link: ResponseXML'>ResponseXML</a></li>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Desenvolvimento Web é coisa séria, e evoluiu muito em termos de maturidade e complexidade. Para fazer frente ao crescente níveis de exigência, nós, desenvolvedores, devemos estar aprendendo a todo instante. Não importa qual campo você deseja seguir, seja ele no lado cliente ou servidor. Mas acredito que existam coisas que todo desenvolvedor web de verdade deveria saber.</p>
<h3>Web Standards</h3>
<p>Hoje em dia, o mínimo que se espera de um bom desenvolvedor web é o conhecimento dos <strong>Web Standards</strong>, XHTML e CSS. Eles contribuem para a criação de documentos mais consistentes entre si, mais compatíveis e de manutenção extremamente mais simples. Aliás, o conhecimento dos padrões não é mais um diferencial como era há alguns anos atrás, mas sim um requisito básico. Se hoje sonhamos com a web semântica, os padrões web são o primeiro passo. Com documentos mais semânticos, temos mais acessibilidade e também mais relevância, principalmente no que diz respeito a motores de busca.</p>
<p>Mesmo depois de muita evangelização, ainda temos desenvolvedores que acabam de descobrir as maravilhas do mundo validado. Também temos aqueles que não fazem a mínima idéia do que isso signifique, ou que não tem o mínimo interesse em aprender. Se você é um desses, hora de rever seus conceitos&#8230;</p>
<h3>JavaScript</h3>
<p>O <strong>JavaScript</strong>, apesar de ter sido muito injustiçado no passado, é uma linguagem onipresente, e de extrema importância. Qualquer usuário tem pelo menos um interpretador instalado em seu computador. Além do mais, ela é a <strong>única linguagem client-side</strong> disponível, e permanecerá assim por um bom tempo.</p>
<p>JavaScript vai ser a <a title="5 razões pelas quais JavaScript pode ser a próxima grande linguagem" rel="external" href="http://logbr.reflectivesurface.com/2007/10/30/5-razoes-pelas-quais-javascript-pode-ser-a-proxima-grande-linguagem/">próxima grande linguagem</a>. Apesar de ainda estarmos longe de resultados surpreendentes, caminhamos rápido nesse sentido. Muita coisa que antigamente só era possível com Flash hoje é feita com JavaScript.</p>
<p>Além da própria linguagem, aprenda a usar alguma biblioteca, como <a title="Mootools" rel="external" href="http://mootools.net/">Mootools</a>, <a title="jQuery" rel="external" href="http://jquery.com/">jQuery</a> ou <a title="Prototype" rel="external" href="http://prototypejs.org/">Prototype</a>. Aliado a essas ferramentas, você poderá criar aplicações muito mais interessantes em muito menos tempo. Mas atenção: não aprenda somente a biblioteca, sem aprender antes JavaScript puro. Afinal, <a title="jQuery é bom para designers" rel="external" href="http://www.tableless.com.br/jquery-e-bom-para-designers">saber só jQuery é coisa de designer</a>.</p>
<h3>Expressões Regulares</h3>
<p>Um simples replace nem sempre é suficiente quando trabalhamos com manipulação de textos. Aí entram as <strong>Expressões Regulares</strong>, poderosa ferramenta que todos conhecem, alguns usam, e poucos realmente sabem. Seja em PHP, Ruby, Python ou mesmo JavaScript, algum dia você precisará delas.</p>
<p>Se você leva desenvolvimento a sério, dedique um tempo a aprender expressões regulares (<a title="Expressões Regulares - Uma Abordagem Divertida" rel="external" href="http://www.piazinho.com.br/">Expressões Regulares &#8211; Uma Abordagem Divertida</a> é um bom começo!). Além de uma ferramenta de desenvolvimento, elas podem se tornar ferramentas de produtividade. Se você usa IDEs com suporte a busca e substituição com expressões regulares, pode se beneficiar muito disso.</p>
<h3>Controle de Versão</h3>
<p>Para alguns, o <strong>Controle de Versão</strong> mudou completamente, e para a melhor, a forma de trabalhar. Para outros, parece simplesmente inútil, principalmente para quem trabalha sozinho. Seja CVS, SVN, GIT, Mercurial ou qualquer outro, o controle de versão, aliado a ferramentas como o <a title="The Trac Project" rel="external" href="http://trac.edgewall.org/">Trac</a>, pode fazer maravilhas. Além de manter controle de suas alterações, podendo sempre voltar atrás caso alguma modificação dê errado ou mesmo quando o cliente não aprova, você pode manter um controle de sua produtividade, analisando quantos <em>commits</em> foram feitos em quanto tempo, quantos tickets foram fechados, quantos ainda permanecem pendentes.</p>
<p>Desde que passei a utilizar SVN em alguns projetos, como no próprio Spaghetti, notei uma grande melhora no controle sobre o código. Nunca mais pensei duas vezes em apagar grandes blocos de código pensando que eles poderiam ser úteis outra vez (e geralmente nunca seriam realmente necessários). Uma excelente forma de analisar seu progresso, uma excelente forma de backup, uma excelente forma de manter seu código sincronizado. Esqueça aquele colega que tem uma versão ultrapassada de seu código e sobrescreve partes importantes. Quando passei a utilizar ferramentas de tracking, bugs não eram esquecidos, idéias estavam sempre à mão. Digo, como muitos por aí: isso <strong>realmente</strong> mudou a minha maneira de desenvolver.</p>
<h3>MVC</h3>
<p>O <strong>Model-View-Controller</strong>, ou <strong>MVC</strong> para os íntimos, nunca fez tanto sentido quanto na web. Depois do <a title="Ruby on Rails" rel="external" href="http://rubyonrails.org/">Ruby on Rails</a>, virou quase um requisito básico para o desenvolvimento de bons projetos. E desde então, <a title="Desenvolver com Rails não tem graça" href="http://juliogreff.net/desenvolver-com-rails-nao-tem-graca/">desenvolver não tem mais graça</a>. Além disso, a separação de aplicações nessas 3 camadas torna o desenvolvimento e manutenção muito mais simples.</p>
<p>Se você não quer ficar para trás, <strong>adote seu framework</strong>. O <em>pattern</em> é usado na maioria deles, e de brinde você ganha muita produtividade. <a title="Frameworks: Por um PHP Menos Ruim" href="http://juliogreff.net/frameworks-por-um-php-menos-ruim/">Frameworks tornam as linguagens menos ruins</a>. Se você usa PHP, eu sugeriria o <a title="Spaghetti* Framework" rel="external" href="http://trac.spaghettiphp.org/">Spaghetti</a>. Se você usa Ruby ou Python, e é seu primeiro contato com frameworks, siga a tendência e adote Rails ou <a title="Django" rel="external" href="http://djangoproject.com/">Django</a>. Se você é corajoso, faça como fizemos na minha agência: crie seu próprio framework. Usando algum framework ou não, o que importa é pegar o espírito da coisa.</p>
<h3>SQL</h3>
<p>Mesmo com toda a flexibilidade e abstração da camada de dados que os frameworks MVC nos oferecem, <strong>SQL</strong> ainda é necessário. Apesar de você não vê-lo, ele ainda está lá. Consultas complexas ou mais específicas nem sempre são disponibilizadas pelos frameworks, e sempre pode haver a necessidade de uma incursão via terminal, para tarefas de manutenção, por exemplo.</p>
<p>Talvez você não acredite no retorno que isso pode trazer. Até ter nas mãos uma aplicação gigante e extremamente dependente de banco de dados, onde as consultas devem ser otimizadas ao máximo para minimizar a carga do servidor. Você não quer sua aplicação baleiando por você não saber SQL, quer?</p>
<h3>Desenvolvimento Guiado a Testes</h3>
<p><strong>Test Driven Development</strong>, ou simplesmente <strong>TDD</strong>, é, na minha opinião, a melhor maneira de manter seu código livre de bugs. Fazer o desenvolvimento guiado a testes significa desenvolver o teste antes da funcionalidade. A cada iteração, os testes são rodados novamente, de maneira automática, e você sempre saberá se alguma modificação quebrou o restante do código.</p>
<p>Sem testes automatizados, aplicações nunca são testadas como deveriam. São tarefas repetitivas e cansativas. Com o auxílio de ferramentas de testes, eles podem ser rodados várias vezes, certificando de que tudo está correndo bem. Se um novo bug é descoberto, um novo teste é criado, as modificações são feitas, e você terá a certeza de que o problema foi resolvido para todo o sempre, sem quebrar o restante da aplicação. E convenhamos, não há nada pior do que bugs&#8230;</p>
<p>Não é obrigatório que um desenvolvedor saiba tudo isso, embora eu considere extremamente importante, mesmo alguns não sendo necessários todos os dias, todos podem melhorar nossa maneira de trabalhar. Ainda não domino todos os itens citados, mas tenho um bom conhecimento em todos eles. O que importa mesmo é buscar isso, e <strong>sempre continuar aprendendo</strong>. Mexa-se! Você não quer ficar para trás, quer?</p>


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		<title>Comodismo vs. Inovação</title>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2008 15:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Greff</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Linguagens de programação e frameworks de desenvolvimento surgem aos montes no ambiente web. De uma maneira ou outra, nossas velhas ferramentas acabam se tornando obsoletas. Por mais que tenhamos domínio sobre elas, o rendimento não se equipara a novas ferramentas, seja em produtividade, desempenho, facilidade de uso ou qualquer outro fator. Será que é hora [...]

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<img src="http://juliogreff.net/wp-uploads/inovar.jpg" title="Parar ou Inovar?" alt="Parar ou Inovar?" />
</p>
<p>Linguagens de programação e frameworks de desenvolvimento surgem aos montes no ambiente web. De uma maneira ou outra, nossas velhas ferramentas acabam se tornando obsoletas. Por mais que tenhamos domínio sobre elas, o rendimento não se equipara a novas ferramentas, seja em produtividade, desempenho, facilidade de uso ou qualquer outro fator. Será que é hora de abandonar nossa velha forma de desenvolver para dar lugar a novas ferramentas?</p>
<p>As ferramentas com as quais estamos acostumados, como o PHP, por exemplo, foram criadas para resolver os problemas que tínhamos à época em que foram criadas, baseando-se nos métodos dessa época. Elas têm nos servido muito bem, e provavelmente ainda poderão servir por algum tempo mais. Mas a web muda, e as exigências quanto ao desenvolvimento nesse ambiente também. Não basta mais resolver um problema, esse problema deve ser resolvido de forma rápida e eficiente. Com a correria de hoje em dia, só PHP não basta mais.</p>
<p>Com o tempo, além de recriamos soluções para velhos problemas, novos problemas vão surgindo. A web não é mais um ambiente minúsculo como era há alguns anos atrás. Ela cresceu. Cresceu muito. A demanda por serviços, e por serviços cada vez mais rápidos é muito maior do que antes. Criamos novos problemas e precisamos de soluções para eles. Nossas antigas ferramentas não estão preparadas para tanto.</p>
<p>De uma forma ou outra, precisamos ser ágeis. Os frameworks estão aí para ficar. Como o capitalismo nos obriga a produzir em velocidade insalubre, somente uma boa linguagem de programação também não basta. Precisamos ser rápidos, muito, muito rápidos. Mesmo para linguagens não tão recentes, já existem soluções ótimas. Há vida além do Rails e Django!</p>
<p>Embora essas novas tecnologias sejam fascinantes, há um pequeno problema. Uma nova ferramenta leva a uma curva de aprendizado. Isso toma tempo, &#8220;tempo de processamento&#8221;, enfim, nos tirar de nossa zona de conforto. A questão é: devo eu partir pra outra? A minha resposta é: depende.</p>
<p>Tudo é relativo, e não há uma resposta pronta para esse tipo de pergunta. Você pode se sentir realmente confortável com certa linguagem, e conseguir ser extremamente produtivo com ela, ao passo que, mesmo conhecendo bem outras ferramentas, não consegue manter o mesmo ritmo. Nesse caso, sempre existem os frameworks. Não é necessário &#8220;reaprender a programar&#8221;, e ganha-se o benefício de um desenvolvimento mais rápido. Nesse caso, mudar de ares não é algo sensato a se fazer, principalmente se você tem um tempo escasso.</p>
<p>Já se você consegue ser produtivo em várias linguagens, opte por aquela mais moderna e robusta, ou continue buscando algo novo. Assim tem-se o benefício da versatilidade: não importa a ferramenta, importa saber fazer.</p>
<p>Meu caso é um pouco diferente. Apesar de trabalhar diariamente com PHP, nunca gostei da linguagem. Parece-me mais uma biblioteca de funções do que uma linguagem bem estruturada. Quando fui apresentado ao Ruby, me rendi. Apesar de não ter me aventurado muito ainda, é o que pretendo seguir. Não tanto por produtividade, nem tanto por &#8220;moda&#8221;, mas por gosto. Não deixa de ser um motivo válido&#8230;</p>
<p>Tenho certeza que esse assunto dá uma boa discussão. <strong>Qual sua opinião? Fixar-se em uma ferramenta e especializar-se nela, ou procurar algo diferente que melhore sua forma de trabalhar?</strong></p>


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		<title>CodeCast #1 &#8211; Impressões sobre Início de Carreira</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 16:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Greff</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É com grande prazer que anuncio o primeiro episódio do CodeCast, projeto meu juntamente com o Rafael Marin. Um podcast sobre desenvolvimento web e todas as suas possíveis vertentes. Nessa primeira edição, falamos sobre Impressões sobre Início de Carreira, com relação ao que já conseguimos perceber em nossas experiências na área. Como somos novos nesse [...]

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</ul>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="left"><img src="http://juliogreff.net/wp-uploads/codecast.gif" title="CodeCast" alt="CodeCast" /></p>
<p>É com grande prazer que anuncio o primeiro episódio do <a href="http://codecast.rafaelmarin.net/" title="CodeCast - PodCast sobre Desenvolvimento Web, Produtividade e assuntos relacionados" rel="external">CodeCast</a>, projeto meu juntamente com o <a href="http://rafaelmarin.net/" title="RafaelMarin.net" rel="external friend">Rafael Marin</a>. Um podcast sobre desenvolvimento web e todas as suas possíveis vertentes.</p>
<p>Nessa primeira edição, falamos sobre <strong>Impressões sobre Início de Carreira</strong>, com relação ao que já conseguimos perceber em nossas experiências na área. Como somos novos nesse negócio de podcast, já peço desculpas por qualquer bobagem dita ou os &#8220;ahmmm&#8221;, &#8220;hummm&#8221;, que podem ter aparecido de maneira mais exagerada&#8230; Mas a gente aprende com o tempo.</p>
<p>E de vocês, caros leitores-ouvintes, aguardamos um feedback sobre essa nova empreitada. Qualquer sugestão, crítica, elogio, reclamação ou o que seja, sinta-se à vontade para nos dizer.</p>
<p><a href="http://codecast.rafaelmarin.net" title="CodeCast" rel="external">Baixe a primeira edição</a>: <strong>Impressões sobre Início de Carreira</strong>, em qualidade alta (44MB) ou qualidade baixa (19MB). Duração: 48 minutos. E vou ficando por aqui, até mais!</p>


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<li><a href='http://juliogreff.net/sobre/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Sobre'>Sobre</a></li>
</ul>]]></content:encoded>
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