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	<title>JulioGreff.net &#187; bibliotecas</title>
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	<description>A mesma web, um novo estilo de desenvolvimento</description>
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		<title>Interfaces de Usuário com JavaScript</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 11:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Greff</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A web vai se tornando uma plataforma cada vez mais próximas das aplicações desktop que temos. Temos várias aplicações por aí para provar isso. Mas aos olhos do usuário, uma aplicação só com XHTML+CSS às vezes pode não ser tão interessante. De uns tempos pra cá, entretanto, várias bibliotecas surgiram para acabar com esse problema, [...]

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<li><a href='http://juliogreff.net/historico-para-navegacao-via-javascript/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Histórico para Navegação via JavaScript'>Histórico para Navegação via JavaScript</a></li>
<li><a href='http://juliogreff.net/estatisticas-para-navegacao-via-javascript/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Estatísticas para Navegação via JavaScript'>Estatísticas para Navegação via JavaScript</a></li>
<li><a href='http://juliogreff.net/jquery-segundas-impressoes/' rel='bookmark' title='Permanent Link: jQuery &#8211; Segundas Impressões'>jQuery &#8211; Segundas Impressões</a></li>
</ul>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A web vai se tornando uma plataforma cada vez mais próximas das aplicações desktop que temos. Temos várias aplicações por aí para provar isso. Mas aos olhos do usuário, uma aplicação só com XHTML+CSS às vezes pode não ser tão interessante. De uns tempos pra cá, entretanto, várias bibliotecas surgiram para acabar com esse problema, e trazer interfaces de usuários realmente interessantes. Preparado para algo fora de série?</p>
<p>O número dessas bibliotecas é incontável, algumas mais simples, outras mais complexas, outras mais famosas, algumas nem tanto. Fiz uma breve pesquisa, e trouxe as mais conhecidas (e algumas nem tanto) para quem ainda não teve a oportunidade de conhecer. Só para lembrar, hoje não vou tratar sobre o uso dessas bibliotecas, isso fica pra uma próxima oportunidade, já que a idéia é um pouco extensa.</p>
<h3>ExtJS</h3>
<p>A <a href="http://extjs.com/" title="ExtJS" rel="external">ExtJS</a> é de longe a biblioteca mais conhecida. Provavelmente você já deve ter pelo menos ouvido falar sobre, a menos que você viva na Sibéria. Também acredito que deva ser uma das mais antigas, e por isso uma das mais completas também.</p>
<p class="center"><img src="http://juliogreff.net/wp-uploads/extjs.png" alt="ExtJS" title="ExtJS" /></p>
<p>Seu <a href="http://extjs.com/deploy/dev/examples/samples.html" title="ExtJS - Demos and Samples" rel="external">visual é espetacular</a>, mas tem seu preço: ela é muito lenta. Todos os efeitos de transparência, os drag &#8216;n&#8217; drops, tudo isso exige muito do pobre navegador. Pense bem antes de escolher onde usá-la, faça somente se for necessário, nunca para simples &#8220;enfeites&#8221;. Lenta, mas uma obra de arte.</p>
<p>E os desenvolvedores <abbr title="Adobe Integrated Runtime">AIR</abbr> não precisam ficar tristes: há até um <a href="http://extjs.com/blog/2008/02/24/tasks2/" title="Simple Tasks - AIR Application" rel="external">demo</a> do bichinho em funcionamento. Ainda não tive muito tempo com o AIR, mas acredito que a questão da velocidade não seja tão crítica quanto em um navegador, quem puder falar sobre, agradeço.</p>
<h3>Yahoo User Interface</h3>
<p class="left"><img src="http://juliogreff.net/wp-uploads/yui.png" alt="Yahoo User Interface" title="Yahoo User Interface" /></p>
<p>A <a href="http://developer.yahoo.com/yui/" title="Yahoo User Interface" rel="external">Yahoo User Interface</a>, ou YUI, deve ser a primeira user interface a se popularizar. Foi a base do nascimento da ExtJS. Tem lá seus defeitos, como o prefixo YUI para todos os métodos, mas tem um poder imenso. Me parece ser bem mais leve que a Ext, e usa gráficos bem mais simples também.</p>
<p>A documentação é um dos pontos fortes. Mantida pela comunidade de desenvolvedores do Yahoo, você nunca estará sozinho. Apesar disso, achei o site um pouco confuso para encontrar alguma coisa, principalmente os demos. Mas o material está lá, e há muito&#8230;</p>
<h3>MochaUI</h3>
<p>Ainda beta, a <a href="http://mochaui.com/" rel="external" title="MochaUI">MochaUI</a> seria a minha preferida. Adivinhem por quê? Sim, baseada na <a href="http://mootools.net/" title="Mootools Library" rel="external">Mootools</a>&#8230; A <a href="http://mochaui.com/demo/" title="MochaUI - Demo" rel="external">demonstração</a> realmente me deixou impressionado, talvez tenha sido o relógio.</p>
<p class="center"><img src="http://juliogreff.net/wp-uploads/mochaui.png" title="MochaUI" alt="MochaUI" /></p>
<p>Aparenta ser bem leve, tanto que na demonstração você pode modificar propriedades das janelas sem travar o navegador. Usa gráficos simples, mas não menos atraentes. De longe, seria a primeira que eu escolheria para trabalhar (sim, opinião extremamente parcial). Mal posso esperar pela versão 1.0!</p>
<h3>Dijit</h3>
<p>Falando em <a href="http://dojotoolkit.org/" title="Dojo Toolkit" rel="external">Dojo</a>, nem é preciso dizer muito. O framework mais abrangente que conheço também conta com sua interface de usuário, o <a href="http://dojotoolkit.org/projects/dijit" title="Dijit" rel="external">Dijit</a>. Não consegui encontrar demonstrações no site, mas as imagens mostram algo realmente promissor.</p>
<p class="center"><img src="http://juliogreff.net/wp-uploads/dijit.gif" alt="Dijit" title="Dijit" /></p>
<p>Lendo a descrição do projeto, você verá que o Dijit não é <em>apenas</em> uma simples interface de usuário. É extremamente customizável, extensível, acessível e localizável. O que isso significa? Bem, dê asas à imaginação, o céu é o limite&#8230;</p>
<h3>jQuery UI</h3>
<p>O <a href="http://ui.jquery.com/" title="jQuery UI" rel="external">jQuery UI</a>, bem jovem ainda, também é espetacular. Baseado na brilhante <a href="http://jquery.com/" rel="external" title="jQuery">jQuery</a>, tem tudo para deixar qualquer um de boca aberta. A <a href="http://ui.jquery.com/repository/real-world/effects/" title="jQuery UI Effects" rel="external">demonstração de efeitos</a>, por exemplo, me impressionou muito. A própria tela de demonstrações é uma obra de arte.</p>
<p class="center"><img src="http://juliogreff.net/wp-uploads/jqueryui.png" title="jQuery UI" alt="jQuery UI" /></p>
<p>Apesar de baseada no jQuery, achei a biblioteca ligeiramente lenta. Talvez tenha sido impressão, mas não esperava isso de jQuery. Entretanto, pela sua idade, é muito madura, muito poderosa. Se jQuery não havia <a href="http://juliogreff.net/jquery-segundas-impressões/" title="jQuery - Segundas Impressões">me chamado atenção</a> ainda&#8230;</p>
<h3>Prototype UI</h3>
<p class="center"><img src="http://juliogreff.net/wp-uploads/prototypeui.png" title="Prototype UI" alt="Prototype UI" /></p>
<p>Até então desconhecido pra mim, o release candidate <a href="http://www.prototype-ui.com/" title="Prototype UI" rel="external">Prototype UI</a> não conseguiu me chamar a atenção. Não por ser baseado em <a href="http://www.prototypejs.org/" title="Prototype" rel="external">Prototype</a> e <a href="http://script.aculo.us/" title="Scriptaculous" rel="external">Scriptaculous</a> (o que já considero um ponto contra), nem por usar um tema do Mac, mas por parecer muito prematura. Os demos apresentados são bonitinhos, mas um tanto &#8220;crus&#8221;. Prefiro não dar minha opinião, vai que o negócio vire um Ext-killer?</p>
<h3>SproutCore</h3>
<p class="center"><img src="http://juliogreff.net/wp-uploads/sproutcore.png" title="SproutCore" alt="SproutCore" /></p>
<p>O <a href="http://www.sproutcore.com/" title="SproutCore" rel="external">SproutCore</a>, iniciativa da Apple, tem uma proposta um tanto &#8220;utópica&#8221;, pelo que entendi é trazer o Cocoa para a web. As demonstrações são interessantes, mas o pobre navegador sofreu as conseqüências. Esse negócio consegue ser mais pesado que a própria Ext! Além disso, vi mais opiniões <a href="http://www.pixelbox.net/2008/06/17/sprout-core/" title="SproutCore (Pixelbox)" rel="external">negativas</a> do que positivas&#8230;</p>
<h3>UIZE</h3>
<p class="center"><img src="http://juliogreff.net/wp-uploads/uize.png" title="UIZE" alt="UIZE" /></p>
<p>O <a href="http://www.uize.com/" title="UIZE" rel="external">UIZE</a> (pronuncia-se &#8220;you eyes&#8221;) é outro que nunca havia sido apresentado a mim. Concordo com o pessoal do <a href="http://ajaxian.com/archives/uize-javascript-ui-toolkit" title="UIZE: JavaScript UI Toolkit" rel="external">Ajaxian</a>: são os efeitos mais legais que já vi. Apesar disso, a biblioteca ainda necessita muito mais trabalho, já que tem poucos recursos (poucos, mas legais).</p>
<p>Não tive a oportunidade de trabalhar por algum tempo com nenhuma dessas bibliotecas, e nem falar muito sobre as quais tenho mais experiência. Somente uma breve opinião sobre cada uma. Caso tenha esquecido de alguma, por favor, cite-a nos comentários, terei prazer em falar um pouquinho. Só uma precaução: cuidado onde você irá usar tudo isso&#8230; Existem aplicações e aplicações. Até mais!</p>


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		<title>Mootools vs. jQuery</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 11:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Greff</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A batalha final: Mootools versus jQuery. Quem será o vencedor dessa sangrenta batalha? Tudo bem, sem violência então. Como mais novo usuário de jQuery e ainda usuário de Mootools, tive a idéia de fazer apenas uma breve comparação com as duas bibliotecas, nada de luta&#8230; Antes de tudo, nem pensem os usuários de Mootools que [...]

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<li><a href='http://juliogreff.net/ajax-com-a-mootools/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Ajax com a Mootools'>Ajax com a Mootools</a></li>
<li><a href='http://juliogreff.net/mootools-eventos/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Mootools &#8211; Eventos'>Mootools &#8211; Eventos</a></li>
<li><a href='http://juliogreff.net/mootools-chain/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Mootools &#8211; Chain'>Mootools &#8211; Chain</a></li>
</ul>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A batalha final: <a href="http://mootools.net/" title="Mootools Library" rel="external">Mootools</a> versus <a href="http://jquery.com/" title="jQuery - Write Less, Do More" rel="external">jQuery</a>. Quem será o vencedor dessa sangrenta batalha? Tudo bem, sem violência então. Como <a href="http://juliogreff.net/jquery-segundas-impressoes/" title="jQuery - Segundas Impressões">mais novo usuário de jQuery</a> e ainda usuário de Mootools, tive a idéia de fazer apenas uma breve comparação com as duas bibliotecas, nada de luta&#8230;</p>
<p>Antes de tudo, nem pensem os usuários de Mootools que sou um traidor, um subversor, nem os usuários de jQuery achem que sou um <a href="http://jquerybrasil.com/" title="Comunidade jQuery Brasil" rel="external">&#8220;fiel convertido&#8221;</a> e abandonarei a Mootools para todo o sempre. Ambos dois lados de acordo e em paz, vamos à comparação.</p>
<h3>Propósito</h3>
<p>A primeira coisa que me fez dar uma segunda chance ao jQuery foi minha maturidade adquirida de uns tempos pra cá. Pude perceber que jQuery e Mootools têm propósitos diferentes. Pode-se usá-las para a mesma coisa, mas mais código terá que ser escrito.</p>
<p>A Mootools é uma biblioteca bem mais complexa e mais completa. Seu escopo é bem maior, e permite muito mais coisas. Algumas dessas coisas são a criação de classes, vários métodos para os tipos nativos da linguagem (funções para Strings, Números, Arrays), JSON, cookies, e tudo o mais que você puder imaginar através de plugins. É bem mais voltada a &#8220;programação de verdade&#8221;, ou seja, trabalhar mais com a linguagem e processamento do que seu resultado no documento.</p>
<p>A jQuery tem um escopo muito mais fechado: <abbr title="Document Object Model">DOM</abbr>. Criação e edição de objetos, seletores muito poderosos e simples, baseados em CSS e XPath e manipulação de eventos. Tudo isso integrado dentro de uma mesma função. Indo um pouco mais além, a biblioteca também inclui a criação de efeitos básicos e requisições Ajax. Ainda dentro do cifrão bombado.</p>
<h3>DOM</h3>
<p>Tanto Mootools quanto jQuery lutam nesse campo: DOM. Ambas também possuem a mesma função $, que vem me confundindo muito quando trabalho com uma ou outra biblioteca. Na Mootools, somente IDs. no jQuery, qualquer seletor CSS3 ou XPath. Não que a Mootools não tenha todos os seletores que jQuery, mas em uma função diferente: $$. Particularmente gostei separação, mas a versatilidade da jQuery absolutamente não me incomoda. Nessa parte, pra mim é um empate.</p>
<p>Ainda não tive a oportunidade de inspecionar o código da jQuery, mas posso dizer que o John Resig é um gênio: além de recuperar elementos do documento, o $ ainda os cria. E não através da criação manual de elementos e nós de texto. Você digita o HTML, e a função os cria sozinha. Adeus innerHTML&#8230; Na Mootools? Bem, acho melhor pular essa parte, vocês já devem ter percebido&#8230; jQuery na cabeça.</p>
<p>Quanto às outras funções, como definição e recuperação de atributos, ambas bibliotecas não deixam a desejar. A jQuery, entretanto, tem o diferencial de usar a mesma função para definição de uma ou várias propriedades, além de recuperá-las. Na Mootools, temos o <code>get</code> e <code>set</code>. Pra mim não faz diferença alguma em termos de desenvolvimento, ambas são intuitivas. Empate novamente.</p>
<p>No final das contas, jQuery é excepcional em tarefas de DOM, e supera, e muito, a Mootools, até por ser seu &#8220;habitat natural&#8221;.</p>
<h3>Ajax</h3>
<p>Ajax é outra frente de batalha em que as duas bibliotecas se enfrentam. jQuery conta com métodos extremamente simples para a tarefa, muito bons para requisições simples em aplicações pouco exigentes em relação a requisições assíncronas. Já a Mootools conta com uma classe bem mais trabalhada, mais extensa e mais flexível, principalmente para eventos.</p>
<p>Mesmo trabalhando com, as duas bibliotecas não o fazem para o mesmo propósito na minha opinião. A jQuery me parece melhor para requisições simples: enviar a requisição e fazer alguma coisa com a resposta. Já a Mootools trabalha com os aspectos mais &#8220;sórdidos&#8221;, como as mudanças de estado, headers, enfim. Até prefiro não falar muito sobre jQuery aqui pois não tive muito tempo com Ajax, posso ainda não ter visto algumas funcionalidades.</p>
<h3>Efeitos</h3>
<p>Existe algo que deixe uma aplicação mais interessante do que coisas se mexendo? Eu acho que não, mas esse não é o caso. Na jQuery, temos poucos efeitos built-in, mas me parece ser bem extensível. Já a Mootools tem uma gama enorme de transições, e podemos escolher qualquer propriedade do CSS para animar, e o melhor: ainda contamos com uma maneira muito fácil de criar novas transições. Mas a Mootools, principalmente nessa nova versão, peca em manter esses efeitos fáceis de aplicar. No jQuery, só um <code>fadeIn</code> ou <code>fadeOut</code> e presto, temos um efeito. No entanto, por mais chato que seja, ainda fico com a Mootools&#8230;</p>
<h3>Plugins</h3>
<p>Quando só a biblioteca sozinha não dá conta, hora de chamar os plugins. Ambas bibliotecas são extremamente extensíveis, cada uma a sua maneira. Na Mootools através da extensão das classes, no jQuery através de um &#8220;mecanismo&#8221; muito interessante, que &#8220;gruda&#8221; suas funções na função jQuery.</p>
<p>Mesmo sendo um fã da <a href="http://juliogreff.net/javascript-orientado-a-objetos-parte-1/" title="JavaScript Orientado a Objetos - Parte 1">programação orientada a objetos</a> e da maneira como a Mootools o usa, gostei muito mais da maneira como o jQuery faz a inclusão de plugins. Eles realmente passam a fazer parte da biblioteca. Vitória do jQuery, embora no final das contas não faça diferença alguma&#8230;</p>
<h3>Facilidade de Uso</h3>
<p>Nenhuma das bibliotecas tem um uso complicado. Além disso, ambas tem um foco diferente.</p>
<p>Talvez você já tenha notado, mas a maioria dos designers e programadores JavaScript menos experientes preferem jQuery. Não é à toa, ela é extremamente simples de ser usada. Nunca ouviu dizer que <a href="http://www.tableless.com.br/jquery-e-bom-para-designers" title="jQuery é bom para designers" rel="external">jQuery é para designers</a>? Isso também não significa que usuários mais experientes ou <a href="http://clientside.com.br/eu-me-rendo-jquery-e-legal-para-caramba-mesmo/" title="Eu me rendo: jQuery é legal pra caramba mesmo" rel="external">experts na linguagem</a> não irão gostar ou conseguir trabalhar.</p>
<p>Já a Mootools, como diz o <a href="http://mootools.net/" title="Mootools Library" rel="external">próprio site</a>, é direcionada a usuários intermediários ou avançados. À primeira vista ela é realmente mais complicada, sem dúvida. Talvez por isso não chame tanto a atenção quanto jQuery.</p>
<h3>E o vencedor é&#8230;</h3>
<p>Como disse logo no início do texto, jQuery e Mootools são bibliotecas diferentes, servindo para propósitos diferentes. Não é possível compará-las em sua totalidade, por isso não falei sobre muitos recursos que a Mootools oferece e jQuery não tem (built-in, é claro). jQuery é para DOM, Mootools é para facilitar sua programação. Já imaginou <a href="http://juliogreff.net/lancada-a-mootools-12/#comment-17351">ambas bibliotecas juntas</a>? Enfim, tenha bom senso e saiba utilizar as bibliotecas onde elas se dão bem, e não seja cabeça-dura como eu era tentando usar a Mootools em qualquer situação&#8230;</p>


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		<title>jQuery &#8211; Segundas Impressões</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 11:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Greff</dc:creator>
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</ul>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="left"><img src="http://juliogreff.net/wp-uploads/jquery.png" alt="jQuery - Write Less, Do More" title="jQuery - Write Less, Do More" /></p>
<p>Por algum motivo de natureza desconhecida, nunca gostei muito de <a href="http://jquery.com" title="jQuery - Write Less, Do More" rel="external">jQuery</a>. Talvez eu não tenha gostado muito do $ pau-pra-toda-obra, ou então da excessiva facilidade que a biblioteca propõe. Por alguma outra razão também desconhecida, há alguns dias atrás resolvi dar uma segunda olhada na biblioteca-prodígio. Se tem tanta gente usando, algo de bom deve ter.</p>
<h3>Durante os Testes</h3>
<p>Depois alguns minutos testando a biblioteca direto no Firebug, tive a mesma impressão do que na última vez em que a usei: cada função, cada método faz no mínimo umas três coisas diferentes. Definir um atributo, recuperar seu valor, definir vários atributos ao mesmo tempo e ainda pode servir um cafezinho. Talvez esse tenha sido um dos motivos para me afastar da biblioteca. A diferença é que de uns tempos pra cá venho aumentando bastante minha maturidade na programação, e vi que esse conceito pode servir muito bem. Ponto pro jQuery.</p>
<p>Outra característica que não me agradou muito na primeira experiência com jQuery é o retorno da função <code>$</code>: ela sempre retorna um objeto jQuery, e não o objeto DOM que eu escolhi. Isso, na época, me incomodou muito. E se, na pressa, eu quiser jogar um <code>innerHTML</code> e não quiser me preocupar com criar e injetar nós? Mais uma estupidez minha, o método <code>html</code> cuida de tudo isso, e nunca mais vou precisar me preocupar em criar nós&#8230; Além do mais, acabei descobrindo que não estender objetos nativos é bem melhor em questões de performance. Mais um ponto pro cifrão polivalente.</p>
<h3>Durante a Produção</h3>
<p>Hora de passar para a prática. Como qualquer outra nova ferramenta, é complicado usar jQuery quando se está acostumado à <a href="http://mootools.net/" title="Mootools Library" rel="external">Mootools</a>. Estou me atrapalhando bastante, principalmente na hora de usar os seletores. Já cansei de usar <code>$$</code>, esquecer o # antes de IDs, trocar nomes de métodos, enfim. Tudo normal, eu pego o jeito&#8230;</p>
<p>Esquecendo a questão da produtividade em período de adaptação, fiquei bastante satisfeito com a biblioteca. No que ela se propõe a fazer, é simplesmente fenomenal, algo fora de série. Versátil, simples e poderosa. Gostei muito dos métodos relacionados a Ajax que, para qualquer requisição simples, são úteis e otimizados ao extremo em termos de código.</p>
<h3>E a escolha?</h3>
<p>Gostei de jQuery, muito. Acredite, se você nunca usou, não sabe o que está perdendo, e se já usou e não gostou antes de testar mais aprofundadamente, não seja cabeça-dura como eu e dê outra chance. <a href="http://ejohn.org/" title="John Resig" rel="external">John Resig</a>, o criador da jQuery, com certeza sabia o que estava fazendo, até porque ele é o cara!</p>
<p>Mas e a Mootools, onde fica nessa história? Não vou abandoná-la, ainda é minha biblioteca preferida. Ela é imbatível em características que o jQuery não tem. Ambos servem para propósitos diferentes. Não vou &#8220;escolher&#8221; alguma das duas, o ideal é unir o potencial de ambas, não sou xiita.</p>
<p>Essa experiência serviu para me mostrar que uma ferramenta não pode resolver <strong>todos</strong> os seus problemas de maneira eficiente, mas podemos unir várias ferramentas para resolver vários problemas da melhor maneira possível. Aguardem os próximos capítulos dessa história&#8230;</p>


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		<title>Scroller Made in Mootools</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 09:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Greff</dc:creator>
				<category><![CDATA[JavaScript]]></category>
		<category><![CDATA[WebStandards]]></category>
		<category><![CDATA[bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[mootools]]></category>
		<category><![CDATA[scripts]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesmo a Mootools sendo a biblioteca perfeita (pra mim, pelo menos), algumas vezes é preciso de uma pequena ajudinha externa. Exemplo de hoje: scrollers! Nada mais fácil do que fazer um deles exclusivamente com Mootools, mas é meio chato ter que criar os controladores (ou setinhas) e saber quem é o anterior ou o próximo. [...]

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo a Mootools sendo a biblioteca perfeita (pra mim, pelo menos), algumas vezes é preciso de uma pequena ajudinha externa. Exemplo de hoje: <strong>scrollers</strong>! Nada mais fácil do que fazer um deles exclusivamente com Mootools, mas é meio chato ter que criar os controladores (ou setinhas) e saber quem é o anterior ou o próximo.</p>
<p>Como acabei precisando de um scroller assim, aproveitei e criei uma classe que poderei reutilizar em algum outro projeto em que ela se faça necessária. Já que gostei do resultado, vou aproveitar e deixar o script pra vocês. O resultado será algo parecido com <a title="Scroller Made in Mootools" href="http://juliogreff.net/scripts/mootools-scroller/">esse exemplo</a>. Prontos? Então vamos lá!</p>
<h3>O Código</h3>
<p class="left"><a title="Scroller Made in Mootools" href="http://juliogreff.net/scripts/mootools-scroller/"><img title="Scroller Made in Mootools" src="http://juliogreff.net/wp-uploads/download-script.png" alt="Scroller Made in Mootools" /></a></p>
<p>O script não poderia ser mais simples, em torno de umas 50 linhas de código (você precisaria de <strong>centenas</strong> se não fosse a Mootools, ou alguma outra biblioteca que faça o serviço sujo). Você pode fazer o download dele <a title="Scroller Made in Mootools" href="http://juliogreff.net/scripts/mootools-scroller/">aqui</a>. Para &#8220;instalá-lo&#8221;, basta incluí-lo em seu documento, assim como a <a title="Mootools - Download" rel="external" href="http://mootools.net/download/">Mootools</a>. Além disso, você também vai precisar do plugin <strong>Fx.Scroll</strong>, que pode ser conseguido no <a title="Mootools - More Builder" rel="external" href="http://mootools.net/more">More Builder da Mootools</a>, e incluí-lo no seu documento também.</p>
<p><strong>Update:</strong> logo que precisei usar a classe novamente, vi que cometi um erro grotesco. Código atualizado, com erro corrigido e uma nova funcionalidade, explicada logo abaixo. Valendo uma mariola pra quem descobrir minha estupidez, os dois códigos estão disponíveis para download.</p>
<h3>O HTML</h3>
<p>O HTML necessário é a parte que eu considero a mais complicada, chata e sem graça. Sem o HTML criado direitinho, o scroller não vai funcionar. A lógica é a seguinte: precisamos de um <strong>container</strong> (geralmente uma div) de uma largura (ou altura) fixa. Esse container é quem vai esconder os itens que não serão mostrados no scroller. Dentro desse container, vamos precisar de mais um container (geralmente mais uma div, ou então uma lista), também de altura/largura fixa, mas que seja igual a toda a extensão dos itens. Ou seja, o container de dentro será maior do que o container de fora.</p>
<pre><code>&lt;div id="container"&gt;
    &lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</code></pre>
<p>Acredite, é mais complicado do que parece. Agora sim, podemos colocar nossos itens dentro do container que está dentro de outro container (hein?). Fora isso, precisamos apenas de mais dois elementos (podem ser links) para serem os handlers de anterior e próximo e pronto, aí está o HTML. Só precisamos do CSS que vai ajudar na mágica do script.</p>
<h3>O CSS</h3>
<p>Como o nosso container externo precisa esconder o que há no container interno (que é maior), ele precisará de um <code>overflow: hidden</code>. Sem isso, tudo o que há no container interno ficará exposto, e aí o scroller perde a graça. Também não podemos nos esquecer de definir as alturas/larguras dos containers e itens. Vamos fazer primeiro um scroller vertical, ligeiramente mais fácil:</p>
<pre><code>* {
  margin: 0;
  padding: 0;
}
#container {
  height: 20px;
  overflow: hidden;
  width: 100px;
}
#container div {
  /* Não é necessário definir a altura, o elemento irá "crescer" sozinho */
  width: 100px;
}
#container p {
  /* A mesma altura de #container, mas isso pode variar com o gosto do freguês */
  height: 20px;
}</code></pre>
<h3>O Script</h3>
<p>Agora sim, vamos colocar a mão na massa. Minha classe, quando instanciada, leva apenas dois parâmetros: o container exterior (o container interior é deduzível&#8230;) e as opções. Dentre elas, temos à disposição todas as <a title="Mootools - Documentação da classe Fx" rel="external" href="http://docs.mootools.net/Fx/Fx">opções da classe Fx</a>, e também <code>previousButton</code> e <code>nextButton</code>, que são os handlers para o elemento anterior e posterior do scroller.</p>
<pre><code>var myScroller = new Fx.Scroller("container", { previousButton: "previous", nextButton: "next" })</code></pre>
<p>Aproveitando a atualização da classe, também criei vergonha na cara e adicionei os eventos <code>onNext</code> e <code>onPrevious</code>, executados quando o scroller vai para frente ou para trás, respectivamente.</p>
<p>Pronto! Você escreveu apenas uma linha de script e seu scroller já está funcional, passando de um elemento para outro com apenas um clique!</p>
<h3>Scrollers Horizontais</h3>
<p>A termos de script, um scroller horizontal é idêntico. A mágica se esconde toda no CSS para este caso. Primeiro precisamos colocar os elementos um ao lado do outro dentro do container interior, certo? Certo. Para isso, usamos a propriedade <code>float</code>, sinta-se à vontade para escolher a qual lado flutuar.</p>
<p>Passando ao segundo passo, devemos definir a <strong>largura</strong>. A fórmula é a seguinte: número de elementos vezes a largura de qualquer um deles. Se você usar <code>margins</code> ou <code>paddings</code>, não esqueça de levá-los em consideração também.</p>
<p>Usando a técnica de scrollers horizontais, também podemos criar scrollers &#8220;mistos&#8221;. Nesse caso, há várias linhas e várias colunas de itens ao mesmo tempo. O efeito, se bem usado, pode ficar muito interessante. Quem teve a oportunidade de observar os demos da versão 1.1 da Mootools deve saber do que estou falando.</p>
<h3>Dicas para Ir Além</h3>
<p>Bem, só fazer itens se mexerem pode não ter tanta graça assim pra você. Como eu disse, minha classe usa todas as opções da classe Fx, ou seja, eventos, transições, offsets, enfim. Agora é sua vez de brincar! Use o offset para mudar a posição dos itens, eventos para mudar sua opacidade, criatividade! Também sinta-se livre para usar os métodos da classe também: <code>next</code>, <code>previous</code>, <code>scrollTo</code>, <code>enable</code> e <code>disable</code> (para ativar ou desativar os botões).</p>
<p>Espero que isso sirva pra alguma coisa! E também espero postar em um intervalo um pouco menor&#8230; O pessoal deve ter pensado que eu fugi do país depois de uma <a title="Frameworks: Por um PHP Menos Ruim" href="http://juliogreff.net/frameworks-por-um-php-menos-ruim/">certa polêmica</a>. Mas não, só estive ocupado mesmo&#8230; Até mais!</p>


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		<title>Lançada a Mootools 1.2</title>
		<link>http://juliogreff.net/lancada-a-mootools-12/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 08:08:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Greff</dc:creator>
				<category><![CDATA[JavaScript]]></category>
		<category><![CDATA[bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[mootools]]></category>

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		<description><![CDATA[E foi lançada a nova versão da Mootools! E juntamente com isso, várias novidades: um novo visual do site, nova documentação, muitas funcionalidades interessantes. Nem mesmo o blog oficial não anunciou a nova versão (inclusive está &#8220;fora do ar&#8221;, como diz a página inicial, assim como os demos), mas tudo bem. Dentre as novidades, podemos [...]

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			<content:encoded><![CDATA[<p>E foi lançada a nova versão da <a href="http://mootools.net" title="Mootools" rel="external">Mootools</a>! E juntamente com isso, várias novidades: um novo visual do site, nova documentação, muitas funcionalidades interessantes. Nem mesmo o blog oficial não anunciou a nova versão (inclusive está &#8220;fora do ar&#8221;, como diz a página inicial, assim como os demos), mas tudo bem.</p>
<p class="center">
<img src="http://juliogreff.net/wp-uploads/mootools.gif" title="Mootools 1.2" alt="Mootools 1.2" />
</p>
<p>Dentre as novidades, podemos citar o <a href="http://docs.mootools.net/Utilities/Swiff" rel="external" title="Swiff">Swiff</a> (plugin para integração com Flash), <a href="http://docs.mootools.net/Element/Element#Element:store" title="Element Storage" rel="external">Element Storage</a>, entre <a href="http://blog.mootools.net/2007/11/14/mootools-1-2-beta-1" title="Mootools 1.2 Beta 1" rel="external">várias outras</a>, como foi anunciado na versão beta (que eu não testei, diga-se de passagem).</p>
<p>Pelo visto, <strong>mais</strong> coisas interessantes para descobrir nessa biblioteca que eu acho simplesmente incrível, e agora facilitando nossas vidas como nunca! Vai lá, <a href="http://mootools.net/core" title="Mootools Core Builder" rel="external">faça o download</a>, teste, e garanto que você vai gostar!</p>


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		<title>Upload Assíncrono de Arquivos com Mootools</title>
		<link>http://juliogreff.net/upload-assincrono-de-arquivos-com-mootools/</link>
		<comments>http://juliogreff.net/upload-assincrono-de-arquivos-com-mootools/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 15:21:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Greff</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ajax]]></category>
		<category><![CDATA[bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[JavaScript]]></category>
		<category><![CDATA[mootools]]></category>
		<category><![CDATA[upload]]></category>

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		<description><![CDATA[Como todos sabem, Upload com Ajax não é praticável em ambiente web. Existem várias restrições de segurança que impedem que o JavaScript acesse o sistema de arquivos do cliente e envie dados binários através de uma requisição XMLHttpRequest. No entanto, é possível (e sempre foi) fazer Upload Assíncrono de arquivos, utilizando uma técnica até antiga, [...]

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Como todos sabem, <strong>Upload com Ajax</strong> não é praticável em ambiente web. Existem várias restrições de segurança que impedem que o JavaScript acesse o sistema de arquivos do cliente e envie dados binários através de uma requisição XMLHttpRequest. No entanto, é possível (e sempre foi) fazer <strong>Upload Assíncrono</strong> de arquivos, utilizando uma técnica até antiga, muito bem explorada por <a href="http://www.elmicox.com/2007/upload-assincrono-iframe-como-ajax-1-funcao-simples/" title="Upload Assíncrono - El Micox" rel="external friend">muitos</a> por aí.</p>
<p>Já havia tempo que eu queria escrever esse script, mas a coragem faltava, até que ele me foi necessário. Como uso <a href="http://mootools.net" title="Mootools - Lightweight JavaScript Framework" rel="external">Mootools</a>, não faria sentido usar funções autônomas, desperdiçando código. Então tomei coragem e fiz. Pronto, nem doeu&#8230;</p>
<h3>O Código</h3>
<p>Meu objetivo, nesse post, não é explicar a <strong>lógica</strong> por trás do script (farei isso em breve), mas sim deixar o <strong>código pronto</strong>, e explicar seu uso.</p>
<p class="left"><a href="http://juliogreff.net/scripts/async-upload/asyncUpload.js" title="Async Upload - Upload Assíncrono de Arquivos"><img src="http://juliogreff.net/wp-uploads/download-script.png" title="Download Async Upload" alt="Download Async Upload" /></a></p>
<p>Antes de tudo, você precisará da <a href="http://mootools.net/download/" title="Mootools - Lightweight JavaScript Framework" rel="external">Mootools</a> com os módulos necessários, o que suponho que você já possua. Depois, faça o download do <a href="http://juliogreff.net/scripts/async-upload/asyncUpload.js" title="Async Upload - Upload Assíncrono de Arquivos">Async Upload</a>. Agora, basta incluir os dois scripts em sua página.</p>
<pre><code>&lt;script type="text/javascript" src="mootools.js"&gt;&lt;/script&gt;
&lt;script type="text/javascript" src="asyncUpload.js"&gt;&lt;/script&gt;</code></pre>
<h3>Utilização</h3>
<p>Como não podia deixar de ser, o script funciona na submissão de um formulário. Ele a intercepta e a envia para um iframe escondido. Pra que tudo isso funcione, temos que definir isso no <code>onSubmit</code> de nosso formulário:</p>
<pre><code>$(window).addEvent("load", function() { // quando terminar de carregar...
  $("seu-formulario").addEvent("submit", function() { // e o nosso formulário for enviado...
    this.upload() // fazemos nosso upload, parecido (mas não é) com Ajax
  })
}</code></pre>
<h3>E cadê a URL?</h3>
<p>Como a Mootools nos dá muitas opções para trabalhar com DOM, não precisamos definir a URL no script. Essa URL vai ser retirada do próprio formulário, no <code>action</code>:</p>
<pre><code>&lt;form action="http://sua-url-para-envio/upload.php" id="seu-formulario"&gt;
  &lt;input type="file" name="fileToUpload" id="fileToUpload" /&gt;
&lt;/form&gt;</code></pre>
<h3>Elemento de Retorno</h3>
<p>Muito melhor do que elementos de retorno, podemos definir uma <strong>função</strong> para tratar o retorno do upload. Para isso, passamos um parâmetro para a função:</p>
<pre><code>$(window).addEvent("load", function() {
  $("seu-formulario").addEvent("submit", function() {
    this.upload({
      "onComplete": function(response) {
        $("elemento_de_retorno").setHTML(response)
      }
    })
  })
}</code></pre>
<p>Com o código acima, o resultado da requisição iria para uma div (ou algum outro elemento) de id &#8220;elemento_de_retorno&#8221;. É claro, pode-se fazer muito mais, mas fica a seu cargo decidir&#8230;</p>
<h3>Recebendo o Arquivo</h3>
<p>Apesar de assíncrono (ou Ajax disfarçado), esse upload funciona como um upload comum. No PHP, por exemplo, podemos receber o arquivo assim:</p>
<pre><code>move_uploaded_file($_FILES["fileToUpload"]["tmp_name"], "nome_do_arquivo.txt");</code></pre>
<h3>Exemplo e Download</h3>
<p>Caso queira dar uma olhada, <a href="http://juliogreff.net/scripts/async-upload/" title="Async Upload - Upload Assíncrono de Arquivos">deixei um exemplo na página de downloads</a>. Faça upload de um arquivo qualquer e veja o funcionamento! Caso deseje saber a lógica por trás de tudo isso, aguarde os próximos posts. Até mais!</p>


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		</item>
		<item>
		<title>Mootools &#8211; Chain</title>
		<link>http://juliogreff.net/mootools-chain/</link>
		<comments>http://juliogreff.net/mootools-chain/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 16:16:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Greff</dc:creator>
				<category><![CDATA[JavaScript]]></category>
		<category><![CDATA[bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[classes]]></category>
		<category><![CDATA[fila]]></category>
		<category><![CDATA[mootools]]></category>
		<category><![CDATA[poo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.juliogreff.blog.br/mootools-chain/</guid>
		<description><![CDATA[Executar funções em determinada ordem, como filas de requisições, através de uma classe. Resumindo, é isso o que faz a classe Chain, da Mootools, e nesse post veremos como funciona e também como implementar essa funcionalidade em suas próprias classes. Seqüenciando Funções Para criar uma seqüência de funções, basta instanciar a classe Chain. Após isso, [...]

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</ul>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="left"><img src="http://juliogreff.net/wp-uploads/chain.jpg" title="Cookies!" alt="Cookies!" /></p>
<p>Executar funções em determinada ordem, como filas de requisições, através de uma classe. Resumindo, é isso o que faz a classe <code>Chain</code>, da <a href="http://www.mootools.net/" rel="external" title="Mootools Library">Mootools</a>, e nesse post veremos como funciona e também como implementar essa funcionalidade em suas próprias classes.</p>
<h3>Seqüenciando Funções</h3>
<p>Para criar uma seqüência de funções, basta instanciar a classe <code>Chain</code>. Após isso, já podemos adicionar funções à seqüência para podermos chamá-la quando necessário.</p>
<p>Adicionamos funções à uma seqüência através do método <code>Chain.chain</code>, passando como parâmetro a função a ser adicionada à seqüência.</p>
<pre><code>var myChain = new Chain();
myChain.chain(function() {
	alert("Primeira Função");
});
myChain.chain(function() {
	alert("Segunda Função");
});</code></pre>
<p>O método <code>Chain.callChain</code> é quem chama a próxima função da seqüência. Quando o método é executado, a função é executada e então removida da seqüência.</p>
<pre><code>myChain.callChain(); // "Primeira Função"
myChain.callChain(); // "Segunda Função"</code></pre>
<p>Caso necessário, podemos limpar todas as funções de nossa seqüência através do método <code>Chain.clearChain</code>.</p>
<h3>Implementando em Classes</h3>
<p>Obviamente, <code>Chain</code> é muito mais útil quando usado dentro de uma função. Classes não deixam de ser uma função, e possuem muito mais poder. É nelas onde a utilização de <code>Chain</code> acontece na própria Mootools.</p>
<p>Após a implementação de <code>Chain</code> em alguma classe, podemos utilizar seus métodos.</p>
<pre><code>var myClass = new Class({
	"initialize": function() {},
	"execute": function() {
		this.callChain();
		if(this.chains.length &gt; 0) this.execute();
	}
});
myClass.implement(new Chain);
var myChain = new myClass();
myChain.chain(function() {
	alert("Primeira Função");
});
myChain.chain(function() {
	alert("Segunda Função");
});
myChain.execute();
</code></pre>
<p>Como no exemplo acima, também podemos utilizar a variável <code>Chain.chains</code>, que é o array que contém todas as funções na seqüência. Não é necessário se preocupar muito com ele, já que a classe faz todo o necessário. O utilizei acima somente para não criar um loop infinito.</p>
<p>Essa classe também já é implementada na utilização de efeitos, para encadear vários efeitos subseqüentes. Também muito útil para se criar uma fila de requisições Ajax, ou algo do gênero. Vou ficando por aqui, até!</p>


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		<title>Mootools &#8211; Options</title>
		<link>http://juliogreff.net/mootools-options/</link>
		<comments>http://juliogreff.net/mootools-options/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 16:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Greff</dc:creator>
				<category><![CDATA[JavaScript]]></category>
		<category><![CDATA[bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[classes]]></category>
		<category><![CDATA[mootools]]></category>
		<category><![CDATA[options]]></category>
		<category><![CDATA[poo]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Através dos conceitos de reutilização de código, as funções JavaScript de hoje contém opções e mais opções para o usuário definir (ou não). Verificar cada uma dessas opções manualmente dá muito trabalho, mas a <a href="http://www.mootools.net/" rel="external" title="Mootools Library">Mootools</a> nos ajuda. Vamos ver o suporte dessa incrível biblioteca, através da classe <code>Options</code>.</p>
<h3>O que faz?</h3>
<p>A classe <code>Options</code> define as opções passadas pelo usuário para alguma classe. Essa definição é feita sobrescrevendo os valores padrão (caso esses sejam definidos pelo usuário) e os mantendo quando nenhuma opção correspondente é passada.</p>
<p>Lógico, nada muito espetacular. Isso poderia ser feito através da função <code>$merge</code>, da própria Mootools. Mas há mais que isso. Além de definir opções, a classe <code>Options</code> também vasculha-as em busca de opções que comecem com &#8220;on&#8221;, e automaticamente adicionam-as como um evento, caso a classe <code>Events</code> esteja implementada. É mais que apenas um <code>$merge</code> disfarçado&#8230;</p>
<h3>Implementando</h3>
<p>Mais uma vez, antes de podermos utilizar essa classe extra, devemos implementá-la em nossa classe. Novamente, utilizamos o método <code>Class.implement</code>.</p>
<p>Caso você queira utilizar o suporte a eventos, também implemente a classe <code><a href="http://juliogreff.net/mootools-eventos" title="Mootools - Eventos">Events</a></code>, na mesma declaração.</p>
<pre><code>myClass.implement(new Options, new Events);
</code></pre>
<h3>Definindo Opções</h3>
<p>Antes de tudo, é necessário definir as opções que serão utilizadas por padrão. Essas opções padrão devem estar em <code>this.options</code>, sendo <code>this</code> a nossa classe.</p>
<pre><code>var SlideShow = new Class({
	"options": {
		"slides": [],
		"startSlide": 0
	},
	"initialize": function() {}
});
</code></pre>
<p>Para fazer a &#8220;escolha&#8221; das opções, basta utilizar o método <code>Options.setOptions</code>, levando como parâmetro as opções que devem sobrescrever as opções padrão. Após a chamada ao método, todas as opções estarão disponíveis em <code>this.options</code>. Se o usuário definir opções que não estão definidas como padrão, elas também serão adicionadas.</p>
<pre><code>var SlideShow = new Class({
	"options": {
		"slides": [],
		"startSlide": 0
	},
	"initialize": function(options) {
		this.setOptions(options);
	}
});
var mySlideShow = new SlideShow({
	"slides": [$("slide-1"), $("slide-2")],
	"wrap": true
});
mySlideShow.options["startSlide"]; // 0
mySlideShow.options["wrap"]; // true, também foi adicionada
</code></pre>
<h3>Definindo Eventos</h3>
<p>Não há diferença quanto a adicionar opções comuns ou eventos, os dois são adicionados da mesma maneira.</p>
<pre><code>var mySlideShow = new SlideShow({
	"slides": [$("slide-1"), $("slide-2")],
	"wrap": true,
	"onStart": function() {}
});
</code></pre>
<p>No caso de eventos, não é necessário definir uma opção padrão, já que os eventos são chamados apenas se estiverem definidos, não causando erros. Caso você considere necessário, pode-se usar <code>Class.empty</code> como padrão. <code>Class.empty</code> é apenas uma função vazia, apenas para não precisarmos nos preocupar em definir algo a ser executado.</p>
<pre><code>var SlideShow = new Class({
	"options": {
		"slides": [],
		"startSlide": 0,
		"onStart": Class.empty
	},
	"initialize": function(options) {
		this.setOptions(options);
		this.fireEvent("onStart", this.options.startSlide, 10);
	}
});
</code></pre>
<p>Assim como as outras classes, a própria biblioteca faz grande uso de <code>Options</code>. É o espírito da reutilização, tanto na própria biblioteca quanto para os desenvolvedores. Até a próxima!</p>


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		<title>Mootools &#8211; Eventos</title>
		<link>http://juliogreff.net/mootools-eventos/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Jan 2008 16:42:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Greff</dc:creator>
				<category><![CDATA[JavaScript]]></category>
		<category><![CDATA[bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[classes]]></category>
		<category><![CDATA[event]]></category>
		<category><![CDATA[mootools]]></category>
		<category><![CDATA[poo]]></category>

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<p>A classe <code>Events</code> permite que você defina eventos para suas próprias classes. Esses eventos podem ser chamados a qualquer momento, e também podem ser criados quantos eventos forem necessários.</p>
<p>Um evento pode receber qualquer nome, mas considera-se uma boa prática criar eventos que comecem com &#8220;on&#8221;, como &#8220;onClick&#8221;, &#8220;onStart&#8221;, &#8220;onEnd&#8221;&#8230; O &#8220;on&#8221; é requerido apenas se você desejar utilizar eventos juntamente com a classe <code>Options</code> (pretendo escrever sobre ela também).</p>
<h3><a title="implementando" name="implementando"></a>Implementando</h3>
<p>Para podermos utilizar a classe <code>Events</code>, primeiro é necessário implementá-la na classe em que se deseja utilizá-la. Isso é feito através do método <code><a href="http://juliogreff.net/mootools-classes/#implementando" title="Classes Mootools - Implementando Novos Métodos">Class.implement</a></code>. Veja:</p>
<pre><code>var SlideShow = new Class({
	"initialize": function() {}
});
SlideShow.implement(new Events);
</code></pre>
<h3><a title="chamando" name="chamando"></a>Chamando Eventos</h3>
<p>Após a implementação, ainda temos que fazer as chamadas aos eventos. Para isso, utilizamos o método <code>Events.fireEvent</code>, que agora pode ser chamado do escopo da classe, ou seja, <code>this.fireEvent</code>. Esse método recebe os seguintes parâmetros:</p>
<ul>
<li><code>type</code>: O tipo do evento (&#8220;onClick&#8221;, &#8220;onDrag&#8221; ou qualquer outro)</li>
<li><code>args</code>: Argumentos a serem passados à função. Pode ser apenas um argumento ou um array contendo vários.</li>
<li><code>delay</code>: Tempo, em milissegundos, que o evento deve esperar para ser disparado.</li>
</ul>
<pre><code>var SlideShow = new Class({
	"initialize": function() {
		this.fireEvent("onStart", null, 10);
	},
	"nextSlide": function() {
		this.currentSlide += 1;
		this.fireEvent("onChangeSlide", this.currentSlide, 10);
	}
});
</code></pre>
<h3><a title="definindo" name="definindo"></a>Definindo Eventos</h3>
<p>Para definir funções a serem executadas em determinado evento, utilizamos o método <code>Events.addEvent</code>. O método recebe como parâmetros o tipo do evento e a função que deve ser executada.</p>
<pre><code>var mySlideShow = new SlideShow();
mySlideShow.addEvent("onStart", showSplashScreen);
</code></pre>
<p>Note que os eventos podem ser adicionados tanto na definição da classe quanto em uma de suas instâncias, como fizemos acima.</p>
<p>Eventos podem ter muita utilidade, e a própria biblioteca também faz bastante uso deles, como acontece nas classes <code>Ajax</code> e <code>Fx</code>. Basta ter criatividade. Até a próxima!</p>


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		</item>
		<item>
		<title>Mootools &#8211; Classes</title>
		<link>http://juliogreff.net/mootools-classes/</link>
		<comments>http://juliogreff.net/mootools-classes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 16:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Greff</dc:creator>
				<category><![CDATA[JavaScript]]></category>
		<category><![CDATA[bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[classes]]></category>
		<category><![CDATA[mootools]]></category>
		<category><![CDATA[poo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.juliogreff.blog.br/mootools-classes/</guid>
		<description><![CDATA[A programação orientada a objetos facilita, e muito, a vida do desenvolvedor. Podemos utilizar o mesmo código em vários lugares, para diferentes situações, modificando e estendendo apenas o que for necessário, sem precisar reescrever código. A Mootools, além de todas as outras funcionalidades, contém um sistema de criação de classes muito bem-pensado. Vamos ver como [...]

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			<content:encoded><![CDATA[<p>A programação orientada a objetos facilita, e muito, a vida do desenvolvedor. Podemos utilizar o mesmo código em vários lugares, para diferentes situações, modificando e estendendo apenas o que for necessário, sem precisar reescrever código. A <a href="http://www.mootools.net/" rel="external" title="Mootools Library">Mootools</a>, além de todas as outras funcionalidades, contém um sistema de criação de classes muito bem-pensado. Vamos ver como escrever classes utilizando esse sistema, assim como extendê-las e herdá-las.</p>
<h3><a title="porque" name="porque"></a>Por que Classes?</h3>
<p>Classes têm algumas vantagens sobre funções independentes. Podemos modificar e reusar suas funcionalidades sem precisar modificar o código original, criar objetos que armazenam informações dentro de seu próprio escopo e também utilizar métodos relacionados ao objeto. Além disso, com classes é possível utilizar menos código em mais situações.</p>
<p>Um bom exemplo da implementação de classes é a própria Mootools. Boa parte do que há na biblioteca é baseado em classes, estendendo-as, modificando-as e herdando-as. Funções não são muito utilizadas pela Mootools, pois o poder da utilização das classes é muito maior.</p>
<h3><a title="definindo" name="definindo"></a>Definindo Classes</h3>
<p>Para definir classes com a Mootools, utilizamos o construtor <code>Class</code>. O construtor leva como parâmetros os métodos e atributos da classe, através de uma <a href="http://juliogreff.net/javascript-object-notation/" title="JavaScript Object Notation">literal de objeto</a>.</p>
<pre><code>var Vehicle = new Class({
	"initialize": function(features) {
		// Salvando as características no escopo do objeto
		this.features = features;
		this.position = 0;
	},
	"goForward": function(distance) {
		this.position += distance;
	},
	"goBackward": function(distance) {
		this.position -= distance;
	}
});
</code></pre>
<p>Na classe acima, definimos três métodos: <code>initialize</code>, <code>goForward</code> e <code>goBackward</code>. O método <code>initialize</code> deve estar presente em cada definição de classe, por ser o método que é chamado quando a classe é instanciada.</p>
<p>Após termos criado nossa classe, podemos instanciá-la sempre que necessário.</p>
<pre><code>var myVehicle = new Vehicle({"color": "red"});
// Utilizando os métodos do objeto
myVehicle.goForward(100);
// Acessando propriedades
myVehicle.position; // 100
</code></pre>
<h3><a title="estendendo" name="estendendo"></a>Estendendo Classes</h3>
<p>Como em outras linguagens orientadas a objeto, as classes podem ser estendidas para criar funcionalidades mais específicas. No caso da classe <code>Vehicle</code>, podemos estendê-la para criar tipos de veículos específicos, como carros e motos. Para isso, usamos o método <code>Class.extend</code>, levando como parâmetro os novos métodos e propriedades que a classe deve conter.</p>
<pre><code>var Car = Vehicle.extend({
	// O novo método de inicialização
	"initialize": function(features) {
		// Inicializamos a classe pai dentro da classe atual
		this.parent(features);
		this.wheels = 4;
		this.gear = 0;
	},
	"gearUp": function() {
		if(this.gear &lt; this.features.gears) this.gear++;
	},
	"gearDown": function() {
		if(this.gear &gt; -1) this.gear--;
	}
});
var Motorcycle = Vehicle.extend({
	"initialize": function(features) {
		this.parent(features);
		this.wheels = 2;
		this.gear = 0;
	},
	"gearUp": function() {
		if(this.gear &lt; this.features.gears) this.gear++;
	},
	"gearDown": function() {
		if(this.gear &gt; 0) this.gear--;
	}
});
</code></pre>
<p>Através do código acima, criamos duas novas classes baseadas em <code>Vehicle</code>, <code>Car</code> e <code>Motorcycle</code>, cada uma com suas características específicas, mas herdando os métodos da classe pai.</p>
<p>Assim como podemos criar tipos específicos de veículos, também podemos criar tipos específicos de carros e motos, bastando estender essas duas classes. Não há limite para extensões.</p>
<p>Além de estender outras classes, também é possível estender a própria classe, implementando novos métodos. Note que não é necessário recriar o método <code>Class.initialize</code>, já que não o modificamos, apesar de ser possível se necessário.</p>
<pre><code>var Car = Car.extend({
	"horn": function() {
		this.soundHorn = true;
	}
});
</code></pre>
<h3><a title="implementando" name="implementando"></a>Implementando Novos Métodos</h3>
<p>Ao estender classes, o método <code>Class.extend</code> cria uma nova cópia da classe, não alterando-a de maneira alguma. Isso é facilmente percebido, já que, em nosso exemplo, <code>myVehicle.gearUp</code> não funciona, pois a classe não foi modificada quando criamos as outras extensões.</p>
<p>Para modificar a classe sem criar uma cópia sua e sem precisar modificar código algum, a Mootools usa o método <code>Class.implement</code>, recebendo como parâmetros os métodos e propriedades a serem implementados.</p>
<p>Modificando o último exemplo, poderíamos trocar <code>Car.extend</code> para <code>Car.implement</code>, eliminando a cópia desnecessária que criamos.</p>
<pre><code>Car.implement({
	"horn": function() {
		this.soundHorn = true;
	}
});
</code></pre>
<p>Vale lembrar que utilizando <code>Class.implement</code> não temos acesso ao método <code>this.parent</code>, já que não estamos criando uma outra classe, somente implementando propriedades. Nesse caso, não há classe pai.</p>
<p>O uso de classes permite muito mais do que reutilização de código. Poupa-se tempo tanto no desenvolvimento quanto no uso do código e esse uso torna-se muito mais intuitivo, já que aproxima a programação de objetos reais. Por essas e outras que sou adepto dessa maravilhosa biblioteca. Até a próxima!</p>


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<li><a href='http://juliogreff.net/javascript-orientado-a-objetos-parte-3/' rel='bookmark' title='Permanent Link: JavaScript Orientado a Objetos &#8211; Parte 3'>JavaScript Orientado a Objetos &#8211; Parte 3</a></li>
</ul>]]></content:encoded>
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	</channel>
</rss>

